● "Le Papier - The Movie" - 2.ª Parte

15 maio, 2009

Hoje fica completa esta grande aventura que já cativou o mundo (pronto, vá ainda não, mas está quase ok?!), por isso aqui fica a segunda parte da história de "Le Papier"...

Para os interessados em perceber minimamente a coisa dirijam-se até à primeira parte da história que se encontra AQUI!



Lá diz o ditado: “Em Abril águas mil!” e, como que pressagiando o que a noite reservaria ao duo, começa a chover abundantemente sobre a capital. O rio Tejo, apesar disso manteve-se calmo como que se ignorasse a tempestade que se abatia sobre ele, tal como as mentes vazias de Le Papier e AK-07, que se preparavam para a operação que começarão dentro de instantes sem nada que os distraísse.


Sem plano definido a não ser o óbvio efeito surpresa, os momentos que se seguem à chegada de Papier e AK-07 ao imponente Edifício NOVA, a Sede da Organização, só podem ser descritos de uma forma: carnificina total! Papier e AK-07 penetram de forma violenta no edifício, eliminando todos aqueles que se lhes opõem! Separam-se de seguida para procurarem aquilo que era conhecido como os "Calabouços da Morte" que segundo consta nas lendas urbanas estavam escondidos na cave do edifício por trás de uma passagem secreta acessível apenas depois de activado um interruptor no primeiro andar. AK-07 trata de activar o interruptor enquanto Papier despacha mais alguns guardas que apareciam de várias direcções.

Os dois reencontram-se novamente e começam à procura da cave secreta. Eventualmente encontram Sophia e resgatam-na para grande alívio de Papier. Alheio aos sentimentos do casal, AK-07 apenas quer saber se a jovem ainda tem em seu poder o “colar” que representa o seu objectivo, a Pen Drive que pode conceder à PJ provas suficientes para desmantelar a Organização. Ao vê-lo brilhar retira-o de forma brusca, acto que lhe custa um estalo quase instantâneo e um pedido de explicações. Concordando em explicar tudo a Sophia quando saírem dali, Papier alerta AK-07 de um som de passos vindos dos andares superiores.

O efeito surpresa tinha passado! Era tempo de sair dali o mais rapidamente possível! Os três sobem as escadas rumo ao Rés-do-Chão de forma quase sobre-humana mas ao chegar ao Hall de entrada do edifício verificam estar cercados, pelo que terão de tomar medidas extremas. Papier deita Sophia no chão e prepara as armas para, em conjunto com AK-07, começar nova onda de destruição! Abrindo caminho por entre os inimigos, conseguem chegar à porta de um modo quase milagroso e Papier, de forma quase instintiva atira Sophia porta fora e pede-lhe para fugir e pedir ajuda através do seu telemóvel. AK-07 debate-se com vários inimigos até ser alvejado no abdómen. Vendo o companheiro gritar de dor, Papier fica cego de fúria e dispara de forma louca em todas as direcções enquanto pega no amigo e os dois saem porta fora em direcção ao rio. Sophia, que Papier pensou ter escapado, emerge da sombra e ajuda na fuga dos jovens.

Depois de uma corrida louca, os três chegam ao Parque das Nações e à estação de comboios da Gare do Oriente onde AK-07 pede a Papier e Sophia que partam para Coimbra sem ele. Papier nem pensa em deixar Lisboa sem o amigo pelo que pede para ficar com ele. AK-07 justifica a sua decisão pelo facto de não querer arranjar problemas ao jovem casal. Afinal de contas mais ninguém deu pela falta dos dois em Coimbra e a operação que levaram a cabo nem devia ter existido, por isso decide assumir todas as responsabilidades e, como tal, todas as consequências (bem como as prováveis recompensas...) desta louca aventura que havia terminado.

Não conseguindo dormir sem desmantelar a Organização definitivamente, AK-07 fica assim na capital, despedindo-se de Papier com um abraço e preparando-se psicologicamente para a noite que iria ser longa e certamente passada em parte no hospital.


A vida em Coimbra retoma a normalidade, com ecos vindos de Lisboa de um extraordinário desmantelamento de uma Organização internacional de tráfico por um grupo armado da PJ a passarem em todos os jornais, a Brotero a reabrir portas e consequentemente as férias temporárias dos alunos a chegarem ao fim, e parece que esta aventura vai ser esquecida após pouco tempo, no entanto na cidade nasceu uma lenda e o vulto negro que se move nas sombras continua vigilante e a punir toda a escumalha que assombra as ruas da cidade... pois com Papier na vizinhança, não mais terão descanso!
Comentários
4 Comentários

4 Comentários :

  1. Denim disse... :

    Gostei mesmo da parte em que eles tinham de subir pra depois descer e o nome calabouços da morte nao podia ser mais original, que comédia meu!

  1. Room401 disse... :

    "Em Abril águas mil!"

    "Calabouços da Morte" que segundo consta nas lendas urbanas estavam escondidos na cave do edifício por trás de uma passagem secreta acessível apenas depois de activado um interruptor no primeiro andar."

    "Ao ve-lo brilhar retira-o de forma brusca, acto que lhe custa um estalo quase instantâneo e um pedido de explicações."

    Meu és o maior! Grandes pérolas só tu pa me fazeres cair da cadeira de tanto rir! Lindo!!!!

  1. Rute disse... :

    A história está gira agora tu devias era fazer mesmo o filme e mete-lo no youtube porque se for tão bem feito como o poster vai ser muito visto de certeza :P ;)

    beijinhos

  1. DragoNight88 disse... :

    Aqui está uma história simples e engraçada, o texto é muito bom e já notei que fizeste uma sequela que vou ler já de seguida. ^^

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